• Eficiência dos Dispêndios em Inovação nas Indústrias de Transformação do Brasil (1)

    Resumo

    O presente estudo buscou identificar se 23 setores da indústria de transformação que investiram em atividades de inovação foram eficientes em 2003 e 2005, por meio da análise envoltória de dados, principalmente pelo modelo de retornos variáveis à escala. Verificou-se que o nível de eficiência reduziu-se consideravelmente ao longo dos anos, com o escore médio passando de 0,82 para 0,68 entre 2003 e 2005, além de, neste último ano, ter ocorrido uma mudança em relação às unidades eficientes. Os únicos setores eficientes nos dois anos foram os ligados à produção de derivados do petróleo, de metais não ferrosos e de automóveis em geral. Conclui-se, afinal, que a manutenção dos níveis de lucratividade em função dos gastos com inovação dos setores da indústria de transformação nacional depende de uma maior eficiência no uso desses recursos, com o intuito de alcançar ou, se possível, ultrapassar os padrões tecnológicos internacionais.

    Códigos JEL: C14; L60; O31

    (a)  Doutorando em Economia Aplicada, DER/UFV
    (b) 
    Doutorando em Economia Aplicada, DER/UFV
    (c) 
    Professor do Departamento de Economia, DEE/UFV

    1 Artigo completo publicado originalmente na Revista Brasileira de Inovação – RBI , V. 11, No. 1. 2012. Disponível em: http://www.ige.unicamp.br/ojs/index.php/rbi/article/view/484. A versão original contém informações adicionais sobre a literatura especializada bem como da metodologia utilizada.

    Introdução

    A indústria brasileira iniciou a década de 1990 de maneira muito conturbada, em função das diversas distorções macroeconômicas existentes e das incertezas advindas de um processo inflacionário em franca aceleração. As políticas governamentais adotadas posteriormente, que tinham como objetivo reduzir a escalada dos preços, incluíam um processo de abertura comercial e de privatizações que introduziram uma série de mudanças no setor industrial, levando, inclusive, a um processo de desindustrialização e de acirramento da competição.

    Neste sentindo, a inovação tecnológica passou a ser muito importante, não somente pela necessidade de se aumentar a competitividade produtiva, mas também para que os empresários pudessem reajustar a lucratividade de seus empreen­dimentos2. Isso é corroborado por Schumpeter (1982), ao relatar que a inovação determina o crescimento e a dinâmica da economia capitalista, estimulando o desenvolvimento de novos produtos, processos e/ou aperfeiçoamentos a fim de que os setores industriais (ou, mais especificamente, as empresas) se mantenham operando eficientemente.

    2 Segundo Moreira e Correa (1997), a proteção excessiva existente na economia brasileira pré-anos 1990 permitia uma lucratividade abusiva, além de desestimular os investimentos em capacitação tecnológica que pudessem reduzir os custos médios de produção.

    Atualmente, diversos setores produtivos mantêm recursos significativos aplicados em atividades inovativas, dada a importância crescente que esses dispêndios têm assumido no processo produtivo e no desenvolvimento das nações ao longo dos anos. Por exemplo, no caso particular da indústria de transformação brasileira, os gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D), treinamento e introdução de inovações no mercado foram, em 2005, cerca de 50% maiores do que em 2003, conforme mostram os dados da Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC, 2003; 2005; realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE).

    Contudo, será que o aumento verificado nos gastos com inovação da indústria de transformação brasileira foi acompanhado, simultaneamente, por uma elevação na eficiência desses dispêndios? Para responder a este questionamento, realizamos uma análise da eficiência técnica dos recursos destinados às atividades inovativas em 23 setores dessa indústria no País, entre os anos de 2003 e 2005, pelo método de Análise Envoltória de Dados (DEA, do inglês Data Envelopment Analysis)3. A técnica DEA calcula a eficiência de forma comparativa, considerando aqueles setores que, dentro da amostra, melhor utilizam/produzem seus insumos/produtos.

    3 Conforme se detalha adiante, esses setores envolvem desde a produção de alimentos e vestuários, às atividades extrativas minerais e automobilísticas.

    O modelo matemático adotado requer, para o cômputo do índice de eficiência setorial, a utilização de variáveis que representem uma estrutura produtiva hipotética. Intuitivamente, procuram-se por setores que, dado o conjunto de insumos utilizados (fatores de produção, como mão de obra e capital físico e financeiro, por exemplo), alcançem o maior nível possível de um indicador qualquer de resultados. Desse modo, foram considerados insumos produtivos: as variáveis de gastos com atividades internas e externas de P&D e aquisição de outros conhecimentos; aquisição de máquinas e equipamentos; treinamento; introdução de inovações tecnológicas no mercado; projetos industriais e outras preparações técnicas; e mão de obra envolvida em atividades inovativas. Ao passo que a receita líquida de vendas de cada setor foi escolhida como variável a ser maximizada. A lista completa de setores analisados se encontra na Tabela 1 a seguir.

    Tabela_01

    Na literatura econômica nacional, havia uma lacuna no que diz respeito ao entendimento da dinâmica temporal da eficiência dos dispêndios em inovação na indústria de transformação brasileira, análise esta que pode fornecer informações relevantes tanto para empresários como para o desenvolvimento de políticas governamentais, pois, por exemplo, se os setores industriais aqui analisados não têm acompanhado o desenvolvimento tecnológico de ponta, perdendo, assim, mercados, devido ao acirramento da competição existente, haverá uma tendência à redução na eficiência técnica dos gastos com inovação. Adicionalmente, se o aumento desses gastos for baseado, principalmente, no licenciamento de tecnologia, as evidências têm sugerido que a eficiência técnica pode se reduzir. Nesse sentido, a principal contribuição do estudo foi melhorar a compreensão dos efeitos dos dispêndios realizados em atividades inovadoras sobre o desempenho da indústria de transformação do Brasil.

     Resultados

    Antes de iniciar a apresentação dos resultados e a discussão dos modelos, será descrita de maneira sucinta a amostra das empresas de transformação utilizada no estudo para o ano de 2003 e 2005 (Tabelas 2 e 3).

    Como se pode verificar, os dados da Tabela 2 se referem aos dispêndios realizados, em 2003, em atividades de inovação, como P&D, aquisição de outros conhecimentos, treinamentos, novos equipamentos, entre outros, bem como a mão de obra envolvida nesse tipo de atividade e a receita líquida das vendas feitas pelos setores após a implantação das inovações. Percebe-se que suas receitas médias foram em torno de 103 milhões de reais, e a mão de obra envolvida em atividades inovativas foi, em média, de 1.540 pessoas.

    Tabela_02

    A Tabela 3 mostra as principais estatísticas para o ano de 2005. Percebe-se que houve um aumento significativo da receita líquida média das vendas neste ano, se comparado com o ano de 2003, de aproximadamente 35 milhões de reais. Além dessa variável, todos os outros investimentos tiveram uma elevação expressiva, caso dos gastos com treinamento e introdução de inovações no mercado e a mão de obra, que tiveram um aumento médio de 97%, 67%, e 30%, respectivamente.

    Tabela_03

    Agora, são analisados os modelos de eficiência, em que se percebe uma mudança dos setores considerados eficientes entre 2003 e 2005. Por exemplo, a DMU 2, referente aos fabricantes de bebidas, deixou de ser eficiente, assim como o setor de produção de bens alimentícios; por sua vez, a DMU 17, fab. de máquinas para escritório e equipamentos de informática e a DMU 13, produtos siderúrgicos, melhoraram a utilização dos recursos destinados à inovação em 2005.

    Os setores que se mantiveram constantes nos dois anos foram os de confecção de artigos do vestuário e acessórios; fabricação de produtos de madeira; fabricação de coque, refino de petróleo, elaboração de combustíveis nucleares e produção de álcool; metalurgia de metais não ferrosos e fundição; e fabricação de automóveis, caminhonetas e utilitários, caminhões e ônibus, respectivamente as DMU’s 3, 5, 8, 14 e 23.

    No entanto, deve-se ressaltar que a média da eficiência reduziu-se de 0,82, em 2003, para 0,68 em 2005. Esse é um dos resultados mais interessantes entre os levantados por esta pesquisa. Como discutido anteriormente, esse aumento da ineficiência dos dispêndios com inovação pode ser atribuído a dois fatores. Primeiramente, se houver uma elevação nos gastos com licenciamento de tecnologias, haverá uma tendência à acomodação nos setores, o que reduz a eficiência produtiva. Entretanto, percebe-se, pela análise conjunta das Tabelas 2 e 3 anteriores, que os setores expandiram seus recursos médios aplicados na introdução de inovações tecnológicas no mercado mais que proporcionalmente à aquisição de máquinas e equipamentos (assumindo-se que a primeira variável esteja mais relacionada com as atividades de criação e a segunda com o licenciamento), o que não invalida, mas pode enfraquecer essa justificativa para a redução da eficiência.

    Em segundo lugar, os dispêndios com inovação podem se tornar menos eficientes se os setores não conseguirem acompanhar as indústrias de ponta em nível internacional. Desse modo, mesmo que se aumentem os recursos investidos com atividades inovativas, se os produtos e serviços não acompanharem (ou ditarem) o estado da arte no ramo, pode haver um movimento de perda de parcelas de mercado, fazendo com que as receitas não acompanhem, proporcionalmente, o aumento dos dispêndios realizados. Essa justificativa parece ser bastante plausível para o contexto brasileiro e se apoia na base de dados. Entre 2003 e 2005, os dispêndios com inovação nas modalidades consideradas anteriormente aumentaram, em média, em 66%, com destaque para “Treinamento” (97%) e “Projetos Industriais e Preparações Técnicas” (127%), quase o dobro da expansão das receitas líquidas, de 34%.

    Ainda acerca desse fato, é relevante destacar os casos de dois setores. Veja-se, inicialmente, que o setor farmacêutico (DMU 10), altamente intensivo em tecnologia, obteve escores de eficiência técnica (ET) muito baixos e declinantes nos dois anos analisados, ou seja, aproximadamente 0,5, em 2003, e 0,3 em 2005. Tal resultado deveria ser explorado com mais detalhes, pois, por se tratar de firmas que utilizam muitos contratos de licenciamento, isso poderia estar influenciando negativamente a procura por eficiência produtiva no setor. Porém, se esse movimento for reflexo de uma defasagem tecnológica, a elaboração de políticas públicas, no intuito de incentivar o setor, traria não somente benefícios no âmbito econômico, mas também no social, caso elas se refletissem em uma maior, mais variada e mais barata oferta de produtos farmacêuticos.

    Por sua vez, a indústria automobilística no Brasil mostrou-se eficiente em ambos os períodos. Embora os impostos existentes e a possibilidade de utilizar elevadas margens sobre o preço final nesse setor possam ter agido a favor desse resultado, é perceptível que a qualidade dos carros produzidos internamente tem se elevado ao longo dos anos, o que é um reflexo de investimentos e inovações. Em adição, vale notar que a recente entrada de carros chineses no mercado nacional pode ser um importante teste para o setor, já que se inserem novas fontes de concorrência, com produtos, serviços e abordagens ao consumidor diferentes.

    Outro fato importante a destacar é que alguns setores anteriormente ineficientes deixaram de sê-lo em 2005, podendo-se citar o caso dos produtos siderúrgicos (DMU 13), de máquinas para escritório e equipamentos de informática (DMU 17) e de material eletrônico básico (DMU 19). Nesses setores, que são normalmente classificados como de média tecnologia, pode haver um processo benéfico de catching-up inovativo das firmas nacionais em direção às estrangeiras. Ou seja, movimento oposto ao verificado na média para a indústria de inovação no País entre os anos de 2003 e 2005.

    Conclusão

    O presente estudo buscou verificar se as indústrias do setor de transformação no Brasil foram eficientes no uso dos recursos com atividades inovativas entre 2003 e 2005. Neste sentido, foi possível verificar que mesmo com uma elevação da receita líquida média das empresas neste último ano, houve uma piora da qualidade dos dispêndios efetuados com aquisição e realização de P&D, compras de máquinas e equipamentos e treinamentos, entre outros.

    De acordo com a medida de eficiência fornecida pelo modelo de retornos variáveis, em 2003 o número de setores eficientes somou nove no total, grupo que pode incluir, também, a DMU 20, com um escore de 0,997. A média da eficiência neste ano foi 0,82. Por sua vez, em 2005, foi percebida uma mudança das empresas eficientes, além disso, a média da eficiência reduziu-se em comparação com o ano anterior, de acordo com os resultados do modelo DEA. Em termos de política, esse resultado indica que os setores da indústria de inovação no Brasil devem intensificar seu esforço para acompanhar a tecnologia produtiva de ponta internacionalmente, pelo menos dentro dos limites possíveis. Entre os setores que apresentaram um movimento neste sentido, estão os de produtos siderúrgicos (DMU 13), de máquinas para escritório e equipamentos de informática (DMU 17) e de material eletrônico básico (DMU 19), que não eram eficientes em 2003 e se tornaram em 2005; de produtos de madeira (DMU 5), de coque, refino de petróleo, elaboração de combustíveis nucleares e produção de álcool (DMU 8), de metalurgia de metais não ferrosos e fundição (DMU 14) e de automóveis, caminhonetas e utilitários, caminhões e ônibus (DMU 23), que se mantiveram eficientes tanto em 2003 quanto em 2005. Isto é, apenas sete setores de um total de 23 analisados.

    Deve-se destacar, por fim, que o processo de inovação de ponta tem sido fundamental para que os setores se tornem mais competitivos nos mercados nacionais e internacionais e aufiram lucro maior. Esse fato foi confirmado no decorrer deste estudo, bem como a constatação de que a quantidade dos recursos aplicados com inovação tem crescido mais que proporcionalmente ao aumento da receita líquida de um modo em geral, o que serve de alerta aos empresários e aos órgãos públicos promotores do desenvolvimento tecnológico no Brasil: nem sempre a quantidade se traduz em qualidade; mais do que gastar com inovação é preciso que se desenvolvam novas técnicas, novos produtos; que realmente se crie com esses dispêndios a fim de que as empresas brasileiras possam, também, se tornar padrão para outras no atual contexto de integração internacional de mercados.

    Tabela_04

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